sexta-feira, 12 de novembro de 2010

SUPER TUCANO TO FLY IN THE COLORS OF THE INDONESIAN AIR FORCE



First Super Tucano sale in Asia Pacific includes ground support stations and logistics package

São José dos Campos, November 10, 2010 – Embraer has won a competition held by the   Indonesian Ministry of Defense to supply eight Super Tucano light attack turboprops for the  Indonesian Air Force. The deal includes ground support stations and an integrated logistics  package, and represents the debut of the Super Tucano in the Asia Pacific region. Deliveries  will begin in 2012.

“We are very pleased to have the Indonesian Air Force as the newest customer of Embraer  Defense Systems,” said Orlando José Ferreira Neto, Embraer Executive Vice President, Defense  Market. “The Super Tucano is a proven light attack and advanced trainer turboprop, flying  currently in five air forces, and we are certain it will perfectly suit Indonesia’s needs.”

The Super Tucano has been chosen to replace a fleet of OV-10 Broncos, due to its flexibility to  perform a broad range of missions, including light attack, surveillance, air-to-air interception,  and counter insurgence. The Super Tucano is a mature, action-proven airplane, with more than  100,000 flight hours, always demonstrating superb mission efficiency and reliability.

Equipped for military missions and designed to operate from unpaved runways, the Super  Tucano’s unmatched weaponry capacity comes with a wide variety of external options, including conventional and laser-guided bombs, air-to-air missiles, and others. The aircraft is also equipped with Electro-Optical/Infrared (EO/IR) sensors, including laser designator, and secure radios with datalink communications.

About the Super Tucano

The Super Tucano is an innovative evolution of the world-renowned basic training Tucano aircraft, of which around 650 are in service with 15 air forces, worldwide, and was developed according to the stringent requirements of the Brazilian Air Force.

The Super Tucano was designed to operate in complex combat settings, and it is equipped with the latest technology in the avionic system, including night-vision capability, Electro-Optical/Infrared (EO/IR) sensors including laser designation, secure communications suite and data link.

Besides a reinforced structure for operations on unpaved landing fields, the airplane has an advanced navigation and weapon aiming system that ensures high mission precision and reliability, using conventional or smart weapons, even under extreme conditions. The aircraft requires minimal logistical support for continuous operation.

The Super Tucano is operating in five air forces, and successfully accomplishing advanced training, border surveillance, light attack and counter insurgency missions, with more than 100,000 flight hours logged.

Besides the airplane, Embraer also supplies an advanced training and support system package for Super Tucano operations. The TOSS (Training and Operation Support System) consists of four systems: CBT (Computer-Based Training) that improves pilot learning; FS (Flight Simulator); MPS (Mission Planning Stations); and MDS (Mission Debriefing Station), all developed by Embraer.

Indonésia escolhe Super Tucano


Embraer vai fornecer aviões militares para a Indonésia

Empresa venderá oito modelos Super Tucano para a Força Aérea do país; contrato é estimado em US$ 100 milhões

Roberto Godoy

A Embraer venceu a concorrência internacional aberta pela força aérea da Indonésia para fornecimento de oito aviões de ataque leve e treinamento avançado. O modelo escolhido é o turboélice Emb-314 Super Tucano. O valor do contrato, estimado em cerca de US$ 100 milhões, envolve os recursos de apoio de solo, amplo pacote logístico, documentação técnica e treinamento. O anúncio foi feito ontem pelo vice-presidente para o mercado de Defesa, Orlando Ferreira Neto.

Os aviões brasileiros vão substituir os velhos OV-10 Bronco, americanos. O Super Tucano era o favorito desde o início do processo, que envolveu outros dois modelos: a nova versão OV-10X, da Boeing, apresentada apenas em papel, e o Pilatus, suíço, que, por orientação do governo, não pode ser vendido na configuração armada para o uso de nações emergentes.

O ministro da Defesa indonésio, Purnomo Yusgiantoro, disse, ao apresentar o programa de reequipamento das forças armadas, que a aviação militar quer o Super Tucano para missões de patrulha armada e ataque leve na região das províncias do oeste, Papua principalmente. Ali, grupos tribais rebeldes estão recebendo equipamentos e instrução de guerrilha, provavelmente de ex-militantes radicais do movimento Fretilin, desarticulado depois da independência do Timor, em 2002.

As aeronaves da Embraer entrarão no lugar do OV-10, bimotor dos anos 60 usado em várias partes do mundo. A Indonésia recebeu 12 deles no início dos anos 70 - desse lote, apenas dois estão em condições de uso.

O Emb-314 é empregado pelas forças de outros cinco países - Brasil, Colômbia, Chile, República Dominicana e Equador. Um dos 170 aviões já vendidos é operado pela empresa Blackwater, prestadora de serviços militares terceirizados. A frota combinada soma 100 mil horas de voo.

De briga. O avião foi projetado para tarefas pesadas, desenvolvido para atacar em meio à selva, cumprir patrulha de até sete horas de duração e treinamento de pilotos de combate. É um projeto engenhoso: incorpora tecnologia digital, por meio de um painel eletrônico de telas múltiplas, tudo igual ao de um caça pesado, porém, a baixo preço, cerca de US$ 9 milhões cada, pronto para entrar em ação. O Emb-314 leva até 1,5 tonelada de bombas, mísseis e foguetes, mais duas metralhadoras de 12,7mm ou .50. Voa a 560 km/hora. A Força Aérea Brasileira dispõe de 99 unidades.

O batismo de fogo do Super Tucano foi em abril de 2008: um esquadrão da Força Aérea da Colômbia atacou com bombas inteligentes um acampamento de guerrilheiros das FARC que havia sido montado em território do Equador.

Fonte: Estadão

sábado, 6 de novembro de 2010

Vídeo sobre o Sikorsky X2 Raider

Sugestões de nomes para o KC-390



Deixe aqui (em "comentários) sua sugestão para o nome do Embraer KC-390. Preferencialmente, informe também as justificativas para o nome sugerido, ou uma explicação sobre ele.

Não deixe de votar na nossa enquete, no canto superior direito da página.

Da minha parte acho interessante "Atlas", "Atlante" ou "Atlantes" - na verdade a mesma figura mitológica - aquele que sustentava o céu em seus ombros. Além de ser um nome que mantém a tradição do "Hercules", outro deus grego, há ainda a vantagem de ser um nome mundialmente conhecido, evitando problemas de pronúncia pelos clientes estrangeiros.

Além dele, também coloquei na enquete "Perseus", "Minos", "Theseus" e "Cacique" (este último uma alusão à KC), todos sugeridos por internautas no www.aereo.jor.br

Sobretudo blog

Conheçam também o "sobretudoblog"

http://www.sobretudoblog.blogspot.com/

sábado, 5 de dezembro de 2009

Rússia defende cooperação militar com Venezuela



Embajador ruso confirmó la compra de 53 helicópteros marca Mi

El embajador de la Federación Rusa en Venezuela, Vladimir Zaemskiy, no encuentra razones para que Colombia y Estados Unidos se sientan preocupados por el suministro de armas que su país está proporcionando al Estado venezolano, así lo declaró ayer en rueda de prensa.
“Es un proceso natural de cualquier país, que cuando algunos armamentos y equipos se hacen obsoletos se compran nuevos”, dijo Zaemskiy.
El diplomático explicó las razones por las que se ha incrementado en los últimos años la cooperación militar ruso-venezolana. “Esto se debe en primer lugar a que algunos países, por diferentes razones, dejaron de ser proveedores de armamentos a Venezuela”, alegó.
Según Zaemskiy, la otra razón para el aumento de la cooperación militar entre ambas naciones “es que el Gobierno de Venezuela está guiándose por un nuevo concepto de defensa nacional incluido en la Ley correspondiente aprobada el 18 de diciembre de 2002 (Ley Orgánica de Seguridad de la Nación)”.
El embajador acota que el año de la aprobación del referido instrumento legal (2002, cuando fue derrocado y restituido en el poder el presidente Hugo Chávez) “habla por sí mismo” y añade que el concepto de seguridad establecido en esa Ley “requiere tecnologías diferentes y eso es lo que se está ofreciendo a Venezuela en sus importaciones”.
Más helicópteros Zaemskiy confirmó la concreción de grandes contratos con Venezuela en materia armamentística para el suministro de 53 helicópteros multipropósito de marca Mi. Se conoció que desde 2007 el presidente Hugo Chávez había mostrado a Moscú su interés en esta compra.
Antes de que Rusia se constituyera en el principal proveedor de armamento a Venezuela, Estados Unidos ocupaba ese lugar. No obstante, el Gobierno norteamericano se niega a vender equipos bélicos al Gobierno venezolano y ha impedido que otras naciones suministren armas a Venezuela, si cuentan con tecnología estadounidense.
Sobre la tensa situación entre Venezuela y Colombia, el embajador -a título personal- consideró como “una lástima que dos países hermanos tengan esa tirantez tanto en la zona fronteriza como entre sus gobiernos”.
“Esperamos que las partes puedan apaciguar las emociones y creemos que esto sólo se puede hacer a través de un diálogo”, señaló.
Fuente: El Universal

Fonte: Fav Club News ( www.fav-club.net)

Míssil multimissão




A Raytheon adaptou o míssil AIM-9X, versão mais moderna do Sidewinder, para atacar alvos terrestres e até sobre a superfície do mar.

Não foram fornecidos detalhes das modificações, mas seriam mudanças principalmente relacionadas ao software do míssil.

Durante um teste realizado no Golfo do México no dia 23 de setembro último, um F-15C da USAF lançou um AIM-9X contra um alvo na superfície do mar que simulava um pequeno barco, como os utilizados em transporte de drogas. O míssil foi direto ao alvo. Antes deste teste, um F-16 já havia realizado uma ação semelhante.

A nova capacidade do Sidewinder abre novos horizontes para caças dedicados à interceptação aérea ou configurados para superioridade aérea. Empregando o mesmo armamento a aeronave pode alterar sua missão sem a necessidade de retornar para a base e substituir o armamento ou solicitar o apoio de outras aeronaves.

Com informações do site Flightglobal

Fonte: Poder Aéreo (www.aereo.jor.br)

Nota do Blog:

Atualmente muito se fala sobre aeronaves multimissão, que podem exercer com igual desenvoltura missões de caça e ataque, mas ninguém ainda havia pensado em armamento multimissão. Uma aeronave jamais conseguiria ser realmente multimissão se seus armamentos tivessem que ser escolhidos antes da decolagem. Isso limitaria as missões aos armamentos previamente escolhidos ou obrigaria o piloto levar armas de todos os tipos para a eventualidade de serem necessárias.

O surgimento de mísseis multimissão representa uma verdadeira revolução na guerra moderna. A partir de agora uma aeronave de combate poderá decolar com apenas um tipo da míssil e utilizá-lo contra uma série de ameaças ou alvos eventualmente encontrados.

Lembramos ainda que o AIM-9X também já demonstrou capacidade de ser lançado de debaixo da superfície do mar, a partir de uma cápsula de lançamento de míssil Tomahawk submersa (http://www.naval.com.br/blog/2009/09/15/aim-9x-agora-ate-debaixo-d%C2%B4agua/)